Diário de uma Mãe de Dois – 6

Quarta, 17 de Agosto

diario[12129]
Acordei daquele jeito, cansada mentalizando energia, praticamente ligando nas Olimpíadas pra ver se aquela Simone Biles me inspira com seus pulos e piruetas (aposto que se ela tivesse um bebê em casa, o máximo que ela faria seria deitar no tal do cavalo e dormir).
Mas enfim, todos dormem as 6h da manhã e eu aproveito para botar as coisas em dia no celular, porque ele foi sequestrado por um meliante loirinho de mais ou menos 1 metro de altura, desde ontem a noite.
A Olívia continua se remexendo na cama ao meu lado, desde ontem estou tentando coloca-la no berço, mas entre as 21h e 2h da manhã levantei 4 vezes por conta dela acordar, e acabei desistindo e colocando ela de volta na minha cama. Tudo que eu quero é dooormir bem.

Eu sei que daqui mais uns 4 ou 5 meses ela vai tá dormindo melhor, eu sei disso. Mas até lá vou tentando equilibrar  cama compartilhada
Com a adaptação dela no próprio quarto. Até porque ela já aprendeu a rolar, e pelo visto engatinhar não vai demorar muito não.
Olivia acorda com aquela cara de Diva Preguiçosa, eu dou uns beijos e ela sorri, aiii, pronto, esqueci tudo de difícil da madrugada.
Relógio marca 8h00, pronto chega de dormir nessa casa, começa aquele acorda, abraça, dá carinho, dá mama, veste pra escola, tenta fazer café, ai não vai dar tempo de tomar, veste tênis, pega mochila, abre a porta…lets go.
Fernandinho anda muito esperto nessa onda de me enrolar e tentar voltar pra casa. Chegamos no térreo e ele colocou a mão na bunda e falou “cocô”. Não cheguei a olhar com eficiência mas apalpei e achei que parecia cheia. Subimos, deitei ele, peguei o aparato para trocar a fralda, abri a dita cuja e tarãm…nada. Ai ai ai esse gurizinho…falei pra ele “não tem cocô aqui” e ele dissimulado ainda me indagou “num tem?”.
Bom…escolinha ok, hora de botar blog, casa e Olívia no lugar, não necessáriamente nessa ordem. Pisquei e já era meio dia, que é isso minha gente? Ainda bem que tinha comida da janta, porque senão passaria fome ou almoçaria as 15h.
Finalmente consegui dar um jeito no quarto de passagem das crianças (sim, porque a gente só passa por lá, ninguém dorme nesse lugar, alias, acho que vou aumentar a sala ou fazer um closet, pra que dois quartos hein?)
Lembrei que hoje seria noite de pizza com o pai e os manos aqui em casa, me adiantei e arrumei a mesa, dei um jeito na cara de maria loca e sentei só pra relaxar mesmo.
Sentei, deu 2 minutos e meu pai chegou com o Fernando da escolinha, todo serelepe (o Nando, não meu pai).
Resolvi fazer um bolo pra sobremesa com o Fernando e mostrar pro vovô como ele é prestativo e obediente, mas esqueci que nessa fase as crianças tem um dispositivo “é hora do show” quando tem plateia em volta. Ao invés de me ajudar a mexer, colocou o dedo dentro da vasilha umas 30 vezes, e depois sacudiu a colher melequenta pela cozinha. Mesmo desclassificados do Masterchef Brasil por indisciplina, finalizamos o bolo.
Chegou o resto do pessoal, chegou a pizza, todo mundo comeu e bebeu. Eu ainda consegui dar uma tapeada na cozinha e estar na cama as 21h30, com a Olívia na cama dela .

Deus abençoe a minha madrugada, amém.

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