Mãe e Filho

No final do ano passado fizemos o evento 1º Piquenique Mães e Filhos, e realizamos um concurso para um ensaio fotográfico com a Jennifer Inda.

A mamãe ganhadora foi a Mari Gertz, já conhecida aqui no blog, pois compartilhou sua linda história, de ser mãe, adolescente, de um prematuro. Leia aqui.

As fotos foram tiradas na Praça do DMAE em Porto Alegre e o resultado ficou belíssimo e apaixonante. Mari e Davi são uma dupla mega fotogênica.

O dia das fotos foi uma delicia, a Je tem uma paciência e simpatia de outro mundo. Mari Gertz

Continuar lendo

Projeto Bebê Arco-íris

Gurias, a Je Inda, fotógrafa aqui do blog, lançou um projeto lindo, daqueles que aquecem o coração.

Leia mais sobre o projeto e os bebês arco-íris, no texto da Jennifer

“Gerar uma vida é a coisa mais intensa que uma mulher pode viver. Sentir um filho no ventre, sonhar em ter um bebê nos braços, viver a maternidade de qualquer forma que ela venha. Mas e quando ela não vem?
Existem mães que no meio de uma esperada chegada, se deparam com uma inconsolável partida. Sorrisos largos dão lugar a um coração partido e o dia de sol se torna uma tempestade.
Em meio a dor, é difícil acreditar que tudo vai passar, que um arco-íris vai aparecer e que poderá trazer de volta a alegria.


A beleza do arco-íris não nega a tormenta, ela nos lembra que algo maravilhoso acontece depois de uma tempestade, por isso os bebês que nascem depois de suas mães passarem por uma grande tristeza são chamados de rainbow babies.
Continuar lendo

2 filhas e 2 experiências de parto

A Abigail é uma leitora do blog, e assim como eu viveu uma experiência ruim com a cesárea, e decidiu vivenciar o parto normal em sua segunda gestação.

O relato do parto normal dela é tão encorajador e tranquilo que dá vontade de ter uns 10 filhos (risos). Brincadeiras a parte, ela nos mostra que é possível um parto normal sem sofrimento. E conta o parto cesárea da Júlia e o parto normal da Alice.

Confere aqui:

 

Em 2010, A Júlia nem dava sinais de querer nascer nas 39 semanas e 4 dias minha pressão subiu e eu optei por cesárea, foi horrível achei que ia morrer, a começar pela anestesia que me deixou tonta, com vontade de vomitar, quando minha GO cortou meu abdômen para retirar a Júlia, ela pediu ajuda para o anestesista que teve empurrar a Júlia umas 5 x, parecia que a Júlia não ia sair, e com os empurrões eu tive muita falta de ar com dor nas costelas, nessa hora com as mãos amarradas sem poder fazer nada, eu achei que fosse morrer…eu vi a Júlia muito rápido não consegui tocar com minhas mãos, só beijei ela, chorei de alegria, e de alívio pois ela estava bem, perfeita, com os dois Apgar 10. Meu marido foi acompanhar a Júlia e eu fiquei ali sendo costurada e me sentido ” enorme ” não sentido minhas pernas, me sentindo tonta, com enjôos, lembro que fui para a recuperação e lá comecei a vomitar muito, muito e ainda não sentido as pernas, fui melhorar só 24 horas depois quando levantei da cama e tomei banho, depois de uns 10 dias estava bem. Continuar lendo

Vindo ao mundo com respeito e carinho

Hoje a nossa mãe convidada é minha prima amada, Dani Corsetti, que conta como se preparou para o parto, e como foi importante estar cercada de uma equipe de confiança e da família.

“Muitos amigos me perguntaram sobre meu parto, como passei e como tem sido esses primeiros dias de maternidade. Como vejo muitos depoimentos negativos a respeito da cesariana e desrespeito com o paciente, gostaria de relatar a minha experiência como parturiente e como gestante.

Antes de engravidar fiquei muito insegura quanto ao obstetra que me atenderia, aqui em Brasília, pois não tive experiências muito boas na área médica na cidade… mas não poderia ter meu bebê junto da minha família, pois não queria privar meu marido da experiência de passar as primeiras noites em claro rsrs e nem ficar distante das minhas cadelas.11705323_10207195439783310_8724382022427979604_n

Pela força do destino, quando Continuar lendo

Mãe, prematuramente, do Davi

Gurias, quando mudei o nome do blog para Porto Materno, sabia que queria compartilhar, e me envolver com histórias de outras mães que estão no mesmo barco, ou em mares muito próximos. Trocar experiências é dar amor, carinho e compreensão, e não é o que toda mãe precisa? 

E se tem um motivo que une todas as mães, não importa idade, classe, cor, ideologias e religião, é o medo de que algo de ruim possa acontecer aos nossos filhos. Para estrear a coluna de mães convidadas, veio aqui a recente mamãe Mariana Gertz, que teve o Davi prematuramente, e está passando pela experiência de CTI neonatal. A história é emocionante. Continuar lendo